terça-feira, 27 de abril de 2010

Você, Anjo e Mundo.

Acredite em anjo.
Você nunca está só.
Fale sozinho, é ai que ele te esculta.
Sabe aquela decisão que você tomou e deu errado?
O anjo tentou te ajudar.
Mas as energias sombrias barraram o bem do arcanjo.
É nessa hora que o mar te chama.
E depois do belo banho de água salgada.
O leve prevalece.
O coração de coelho descongela.
E o amor do anjo enriquece.
Diga isso a alguém.
Rasgue a boca do mundo ou melhor, cale a boca dos imundos.

Juan Monteiro

quinta-feira, 22 de abril de 2010

liquidificado. Junto e Misturado.

Jurei não amar ninguém.
Não iludir ninguém.
Na ilha que quebra laços.
Jurei arrancar sapatos.
Na vida tudo é julgado.
Até o coaxo do sapo.
Na madrugada sem sapatos.
Corro atrás do insano galo.
Galo que insiste dizer.
Dizer acorda bem folgado.
Sem sentido pode ser.
O que importa é escrever.
Imprimir palavras do coração.
Até pegando as que chegam ao chão.
É por isso que não deixo escapar.
A meiga e simples inspiração.
De onde veio?
Aonde vai?
Rima solta, rima junta.

Juan Monteiro.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Destino.

O destino tirou você de mim.
Até onde posso ir pra te resgatar.
Nenhuma palavra descreve as lágrimas de uma mãe.
Nenhuma palavra cura um coração partido.
Estou disposta a recuperar.
Um sonho que se foi.
Onde? Quando? Como?
Em algum lugar há esperança.
Sei que vou consegui.
Posso até está enganada.
Parece que o perigo não é um estranho aqui.
Vou combater com amor.
Eu tenho amor.
Você tem o amor.
Meu filho, meu bem precioso.
Confie em seu coração.
Coração de leão.
Sinto que está perto.
Será que o destino concorda?
Deixe o decidir.
Mas com fé no que você deve acreditar.

Juan Monteiro

terça-feira, 20 de abril de 2010

Fim.


Você disse que era pra ser assim.
Mas na verdade, você deixou o fim.
Meu coração por te mudou.
Até agora, nunca mais se apaixonou.

Em teus passos negros caminhei.
Com meus pés cansados até chorei.
Para mim nao teve um fim.
Meu coração ainda está ruin.

No calor dos teus braços procurei.
A saída que nao encontrei.
Provei o gosto amargo da solidão.
E agora cuspo no chão.